quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Designer cria versão “honesta” de slogans



Cliff Dickens assina frases que propõem uma visão mais realista de algumas marcas


Voce já imaginou se as marcas refletissem o pensamento dos clientes? 

Cliff Dickens é um jovem designer que resolveu iniciar um projeto pessoal em 2011 chamado Honest Slogans.
A ideia, segundo ele, era criar “uma coleção de slogans honestos para marcas conhecidas, oferecendo um insight sobre o que as pessoas realmente pensam sobre elas”.
Depois de ficar um tempo parado, o HonestSlogans.com está de volta à ativa, mais “honesto” do que nunca.
A ideia, apesar de não ser nova ou inédita – aqui no Brasil temos o Tumblr Slogans Sinceros -, não deixa de cumprir seu propósito de provocar reflexão e até mesmo algumas risadas. Mais ou menos como também fez o Estúdio Maentis, com logos, em Universal Unbranding.
Vale dar uma olhada no site!  Veja a seguir alguns interessantes:





acesso em 13/11/13


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Consumidores pedem, e brinquedos clássicos revigoram Estrela

Marca reedita Aquaplay como aposta para o Dia das Crianças 2013 e colhe os frutos do saudosismo por relíquias infantis do passado
São Paulo - Para concorrer com as telas brilhantes de videogames e dispositivos móveis, a principal arma da fabricante de brinquedos Estrela surgiu dos próprios consumidores. A marca decidiu apostar na força do passado, comprovada pelos relançamentos de produtos motivados por pedidos de

Este ano foi a vez do reencontro dos fãs com o Aquaplay, sucesso nas décadas de 80 e 90, cuja missão era pendurar argolas flutuantes em pequenos ganchos de plástico no recipiente com água. O brinquedo foi a grande aposta da fabricante para 2013, ao lado do relançamento do Vire-a-Mesa, que chegou às lojas pela primeira vez em 1984.  

Os investimentos nas reedições deste ano, contando custos de produção, confecção de moldes e propaganda, totalizaram cerca de 800 mil reais, segundo Carlos Tilkian, presidente da Brinquedos Estrela.
Outros clássicos como o Ferrorama, o Boca-Rica e o Genius, "o computador que brinca", já haviam engrossado a lista de relançamentos anteriormente, em 2010 e 2012. "Não temos um programa de estimulo aos consumidores para que comentem sobre o retorno de nossos brinquedos clássicos, mas espontaneamente por mês recebemos cerca de 8 mil contatos, muitos dos quais tratando deste tipo de assunto", explica Tilkian.
Segundo o executivo, os pedidos acontecem principalmente pelo SAC da empresa e em comunidades de fãs nas redes sociais. "No ano passado, quando completamos 75 anos, fizemos uma promoção comemorativa chamada Estrelas da Estrela, em que os prêmios eram edições especiais. Desde então percebemos que os pedidos pelo retorno do produto aumentaram ainda mais e decidimos relançar o Aquaplay", pontua.
A tendência nostálgica veio a calhar diante do apelo de presentes eletrônicos e gadgets - e a empresa projeta até um crescimento de 15% nas vendas em 2013. Mas, segundo Tilkian, mais do que representativos no faturamento, estes produtos têm uma importância estratégica.
"Temos um portfólio rico em brinquedos de sucesso. Ao trazermos esta memória de volta em sua versão original ou de forma modernizada, estamos sempre falando com novas gerações, e para elas estes produtos são novidade. Enquanto elas os enxergam como algo novo, seus pais veem como um resgate de momentos de sua infância", explica.
Além dos corações dos consumidores, o retorno dos brinquedos ícones também conquistou barulho - e alguns prêmios. Em 2010, a campanha “Volta Ferrorama”, que tinha a missão de montar trilhos do brinquedo pelos últimos 20 quilômetros do caminho de Santiago de Compostela, foi premiada com um Leão de ouro e um de prata no Festival de Cannes. 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Como ter um cliente para toda vida - LEGO

Olá !!!

Achei este post muito legal e resolvi republicar neste blog. Vejam que lição de Fidelização ao cliente.

             A história de Luka Apps, o garoto inglês que recebeu uma resposta incrível da LEGO depois de perder um brinquedo, bombou em sites e redes sociais nas últimas semanas. Mesmo não sendo novidade, achei que valia compartilhar aqui pelo exemplo de como uma marca pode enxergar o consumidor (assunto desse outro post) e conquistar um cliente para a vida inteira. A troca de e-mails abaixo, feita por Luka e um funcionário da Lego, dispensa explicações.

 "Olá. Meu nome é Luka. Tenho sete anos de idade. Com todo o dinheiro que ganhei no último Natal, comprei o kit Ultrasonic Rider, do Ninjago. O número de série é 9449. O brinquedo é realmente muito bom. Meu pai terminou de me levar ao Sainsbury’s (rede de lojas inglesa) e me disse para deixar os bonecos em casa. Mas eu levei mesmo assim e perdi o Jaz ZX no lugar, quando ele caiu do meu bolso. Estou muito chateado por isso ter acontecido. Meu pai me disse para enviar esse e-mail e ver se vocês podem me mandar um novo. Prometo que não vou levar o boneco para a loja de novo. Obrigado. "

 Resposta da LEGO:

" Obrigado pelo e-mail! Sentimos muito por você ter perdido o seu Jay ZX. Parece que o seu pai estava certo quando falou para você deixá-lo casa. Parece também que você está muito triste com isso.
 Normalmente, a gente pediria para você comprar um boneco novo. Meus chefes me disseram que eu não poderia mandar um de graça para você. Mas eu liguei para o Sensei Wu (outro personagem da coleção) para ver se ele poderia me ajudar. Luka, eu contei ao Sensei Wu que a perda do brinquedo foi totalmente acidental e que você nunca deixaria isso acontecer de novo. Ele me mandou te dizer o seguinte: “Seu pai parece ser um homem sábio. Você deve proteger os Ninjago como os dragões protegem as Armas de Spinjitzu.” O sensei Wu também disse que não teria problema se eu te mandasse um novo boneco junto com mais alguns presentes. Ele sabe que qualquer um que economiza todo o dinheiro de Natal para comprar o kit Ultrasonic Raider deve ser um grande fã dos Ninjago. Então, eu espero que você aproveite o seu novo Jay ZX e todas as suas armas. Você vai ser a única criança a ter um brinquedo desse tipo. Estou mandando junto um vilão para ele ter com quem lutar! Lembre-se sempre das palavras do Sensei Wu e proteja os Ninjago como os dragões protegem as Armas de Spinjitzu. E, é claro, sempre escute o que o seu pai diz. Você vai receber um envelope com os brinquedos nas próximas duas semanas. Por favor, cuide bem deles, Luka. Lembre-se de que você prometeu sempre deixá-los em casa. Boas construções! Atenciosamente, Richard Atendimento ao Consumidor da LEGO

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Voce já viu melancia quadrada?

Quando se trata de inovação, alguns empreendedores sabem como diferenciar o comum.

 Veja abaixo como mudar algo comum em criativo e inusitado:


MELANCIA QUADRADA

Assim, fica mais fácil de transportar e armazenar. Na geladeira, encaixa melhor!

E por falar em geladeira, que tal uma "cerveja quadrada" ?


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Empreender é fácil



Este final de semana, fui a uma festa de casamento de um amigo e me surpreendi com o bem-casado que foi oferecido no final como lembrancinha. Logo me lembrei das aulas de estratégia e marketing sobre como começar um negocio e como nós brasileiros temos o empreendedorismo nas veias. O mais curioso: O negócio dos bem-casados, iniciou em um TCC sobre empreendedorismo !!!

Conheçam os bem-casados no endereço abaixo:


Vilma Takamori - Bem Casados -: Especiais

segunda-feira, 4 de junho de 2012

De onde vem a criatividade?


Cada vez mais aumenta a compreensão do valor da criatividade em todos os contextos. O dramaturgo francês Molière certa vez contou a história de um homem que perguntou o que era prosa e espantou-se ao descobrir que falara em prosa a vida inteira. Ocorre o mesmo com a criatividade. Muita gente ainda a considera como um atributo misterioso e concedido a uns poucos indivíduos privilegiados, no entanto, todas as pessoas são capazes de acionar o seu potencial criativo.

É importante que as empresas compreendam que criatividade não é um dom pessoal, mas uma capacidade que pode e deve ser desenvolvida. Essa é a primeira barreira a ser ultrapassada, pois impede o acesso a milhares de novas idéias latentes em seus colaboradores. Ser inteligente não basta, é preciso conectar idéias de forma original para fazer a diferença no mercado. As empresas que compreendem isso já deram um passo à frente.

Por isso, é essencial ter uma cultura que estimule o desenvolvimento da criatividade. As empresas devem valorizar as tentativas e não se apegar somente aos resultados imediatos porque criatividade implica assumir riscos. Na verdade, ser criativo envolve várias dimensões: intuição, afetividade, inteligência e razão.

A história traz exemplos bizarros a respeito da inspiração. Isaac Newton produziu a lei da gravidade após observar uma maçã caindo em seu jardim; o poeta Hart Crane se inspirava ouvindo músicas; Mozart fazia ginástica; e Kant trabalhava na cama enrolado em lençóis de uma maneira inventada por ele mesmo. Se tomarmos a inspiração como um estímulo à atividade criadora, poderemos verificar a importância da observação. Nem sempre um bom observador é criativo, mas diria que o criativo é sempre um bom observador. Você pode enxergar o que todos vêem, mas interpretar de uma forma diferente usando a idéia que surge desse estímulo para a criação de algo novo. Outros elementos também são importantes no processo criativo como o uso do humor, a ousadia e a paixão.

O envolvimento com a tarefa é o combustível que alimenta as possibilidades que à primeira vista parecerem impossíveis. Se encararmos um fato como desafiador e não destruidor tenderemos a reagir de forma positiva e criativa. A criatividade tende a aumentar também quanto temos consciência da nossa própria capacidade criativa e do quanto fazemos uso dela.

Há muitas maneiras de incentivar a criatividade, mas de forma prática, estimulamos a criatividade quando:

- Estamos envolvidos num projeto,
- Damos liberdade de criação e encorajamos a expressão de idéias;
- Aceitamos as diferenças de cada indivíduo;
- Olhamos as questões sobre diferentes óticas;
- Ouvimos sem julgamento prévio;
- Incentivamos a expressão criativa, a ousadia;
- Ensinamos a resolver problemas e a tomar decisões;
- Somos um modelo positivo para nossos pares.

Autora: Denise Bragotto – consultora do IDORT/SP, doutora em psicologia da criatividade.

Fonte: HSM

quarta-feira, 30 de maio de 2012

TENIS CUSTOMIZADO BY NIKE


Pessoal,

Como comentei em nossa aula, a Nike ainda mantém o site de customização de seus tenis, que pode ser visto no seu site Nike iD.
Prof edson

Nike Photo iD

A Nike lançou na Europa um serviço muito legal integrado a sua link Nike iD, que são os tênis customizados de acordo com cada cliente, chamado de Photo iD.
Ele funciona de forma simples e tem um resultado bem bacana, basta você tirar uma foto com seu celular de qualquer coisa, como um grafitti, uma paisagem ou até mesmo um anuncio que você vir e gostar das cores, e enviar por MMS para o serviço.
Instantes depois, você receberá outro MMS com a imagem do tênis, da link Dunk clássica, customizado com as duas cores que predominarem na foto enviada. Com essa mensagem, é possível baixar a foto para usá-la como wallpaper do seu celular, enviá-la aos seus amigos ou ainda comprar o tênis customizado por você.
A ação tem criação da agência AKQA, e infelizmente só está rolando na Europa

quarta-feira, 13 de abril de 2011

COMO CONSTRUIR UMA MARCA PESSOAL DE SUCESSO

Como Bono construiu uma marca pessoal invejável

Saiba por que o rockstar tem hoje a reputação que lhe rende respeito na música, nos negócios e na política

Paul David Hewson nasceu em 10 de maio de 1960, na cidade irlandesa de Dublin. Desde o final dos anos setenta, porém, seu nome quase não é pronunciado. Foi nessa época que o engajado líder da banda U2 adotou o pseudônimo artístico Bono Vox, depois reduzido a apenas Bono. O codinome é usado mesmo pela família e pelos amigos mais próximos para se referir ao cantor.

Bono tem hoje trânsito livre com importantes líderes mundiais e é figura confirmada nos encontros do Fórum Econômico Mundial, em Davos. Entre outros títulos, sua imagem pública já lhe rendeu mais de uma indicação ao prêmio Nobel da Paz e a nomeação como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time.

Reconhecidamente um dos artistas mais filantropos do mundo, foi principalmente no ativismo social que Bono mais engajou sua imagem. Apoiado no sucesso alcançado pelo U2 e no poder de influenciar grandes públicos com a música, o rockstar iniciou um verdadeiro recrutamento de aliados entre líderes de governo, instituições religiosas e organizações filantrópicas, acionando inclusive grandes marcas no mundo dos negócios para campanhas sociais.

Em 1984, o U2 participou do Band Aid e do Live Aid, concertos que arrecadaram fundos para combater a fome na Etiópia. Anos depois, Bono juntou-se ao movimento Jubilee 2000, que pretendia pressionar países ricos a perdoarem a dívida externa de 52 nações. O músico é ainda um dos fundadores da ONE, organização de combate à pobreza, e também co-fundador da DATA, uma ONG de combate à Aids, à fome e à corrupção no continente africano.

“Tudo isso torna o discurso de Bono muito consistente”, explica Marcos Hiller, coordenador do MBA Gestão de Marcas da Trevisan Escola de Negócios. “Quando falamos em construção de marca, falamos em longo prazo porque é um trabalho cirúrgico, que demora anos. O Bono é um artista politicamente correto, casado com uma pessoa que foi sua namorada no colégio, que fala por causas sociais desde a década de 80 e lidera uma banda ativa há muito tempo sem brigas. Isso conta”, acrescenta Hiller.

De acordo com Leonardo Araújo, professor de marketing e pesquisador da Fundação Dom Cabral, Bono tem o mérito de conversar com vários stakeholders, e não apenas com os fãs da banda: “Ele fala com pessoas da comunidade, com políticos, e começa a construir um conceito de reputação a partir disso, coisa que ele jamais conseguiria se não tivesse uma imagem forte e consistente, amparada nas suas atitudes”.

A voz de Bono surte efeito não só entre governantes, mas também entre as grandes marcas do mercado. Em maio de 2009, o grupo francês LVMH – maior império de luxo do mundo, dono de grifes como Louis Vuitton e Dior – adquiriu 50% da marca de vestuário socioambiental Edun, criada por Bono e sua esposa, Ali Hewson, em 2005.

A marca de roupas, fabricadas com materiais orgânicos, nasceu com o intuito de estimular o desenvolvimento econômico em países pobres, tendo etapas de produção espalhadas por vários lugares da África. A iniciativa foi importante para reafirmar o comprometimento do cantor em sair do plano teórico e colocar seu discurso em prática.

“Bono tem uma agenda pública e social que passa credibilidade”, diz Belmiro Ribeiro da Silva Neto, professor do departamento de marketing da FGV-EAESP. “Além de fazer um trabalho constante de comunicação, certamente apoiado em uma assessoria especializada em gestão de imagem, o cantor tem um posicionamento condizente com causas sociais do seu tempo. Isso o mantém jovem e gera empatia junto ao público”, explica o professor.

Negócios

Bom moço no universo filantrópico, Bono também faz questão de sedimentar sua credibilidade no mundo dos negócios. Por meio da Elevation Partners, empresa de investimentos focada em mídia e entretenimento, o artista possui 1,5% das ações da rede social Facebook – a fatia representa um montante de 750 milhões de dólares -, além de 1,9 bilhão de dólares divididos entre empresas como Palm e Forbes. Junto com The Edge, guitarrista da banda, o rockstar é também dono de um hotel em Dublin, chamado The Clarence Hotel.

São justamente esses bens que levantam críticas quanto à autenticidade do discurso do cantor. Como um movimentador social tão engajado como Bono poderia acumular bens de valor tão alto? Para Leonardo Araújo, da Fundação Dom Cabral, não existe conflito nisso: “Se Bono passa uma imagem sólida e de acordo com as causas que ele defende - e ele passa -, não há nada de errado em se preocupar com o bom andamento de suas finanças”.

Passagem pelo Brasil

Com shows do U2 marcados no Brasil desde o último final de semana, Bono aproveitou a agenda para encontros políticos com o ministro da Fazenda Guido Mantega, com quem conversou sobre programas sociais de combate à pobreza, e com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem passou duas horas debatendo temas como África, desenvolvimento e combate à fome.

Na última sexta-feira (08/04), a banda teve ainda um audiência com a presidente Dilma Rousseff em Brasília. Na ocasião, o cantor falou à presidente sobre a vontade de conhecer o programa brasileiro de combate à pobreza.

Na noite de hoje (13/abril/2011), o grupo faz seu último show no Brasil, no estádio do Morumbi, em São Paulo.

FONTE: Exame on line - acesso em 13/04/2011

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/como-bono-construiu-uma-marca-pessoal-invejavel?page=2&slug_name=como-bono-construiu-uma-marca-pessoal-invejavel

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Lupo se reinventa ao longo de 90 anos para manter marca viva - Marketing - EXAME.com

Caríssimos,

Esta matéria da Exame - Marketing, mostra como uma marca pode sobreviver no mercado por 90 anos, sempre se atualizando e mantendo a preferência do consumidor!!! (Relativo a aula 5 - Produtos, serviços e marcas).

Prof Edson

Rio de Janeiro - Para uma marca completar 90 anos é necessário esforço e capacidade de atualização. Expandindo sua linha de produtos e sabendo se ajustar a cada época, a Lupo completa nove décadas. Hoje, a empresa brasileira está presente em 30 países e expõe seus produtos em mais de 400 mil pontos de venda, entre lojas exclusivas e multimarcas.

No Brasil, são 200 franquias operadas pela empresa e 188 lojas próprias. A presença em todos os estados do país faz com que a companhia comemore os 50% de market share. A empresa também conta com uma loja virtual, a Lupo Store, remodelada recentemente. Para continuar crescendo, o foco atual é a segmentação do varejo para atingir novos públicos. Em dezembro de 2010, foi inaugurada uma loja conceito sob a bandeira Lupo Lingerie, na Oscar Freire, em São Paulo. Cerca de 80% do mix de produtos é voltado para o público feminino.

“A cada ano, a Lupo registra crescimento de 25% no Brasil. Apesar de exportarmos para países ricos, a América do Sul ainda é nosso mercado mais forte”, afirma Valquirio Cabral Junior, diretor comercial da Lupo.

Evolução da empresa

A história da marca começa em março de 1921, quando Henrique Lupo funda, em Araraquara, São Paulo, a fábrica Meias Araraquara. No ano de 1937, a empresa passa a se chamar Meias Lupo S/A. Mas é a partir de 1947 que a Lupo começa a ganhar força. Entre os destaques está o fato de que a companhia foi uma das primeiras a utilizar o Nylon como tecido no Brasil.

Com o crescimento dos negócios, é inaugurado um prédio de oito pavimentos para comportar tanto o setor administrativo, como o industrial. A partir da década de 1960, a companhia passa a investir agressivamente na produção, comprando máquinas e mecanizando parte dos processos.

Em 1979, a Lupo ganha uma nova fábrica, às margens da rodovia Washington Luiz. A expansão possibilita um investimento maior na linha de produtos e permite que a empresa passe a vender outros itens, além de meias. Em 1980 é lançada a linha de meias-calças Loba, que se tornou um dos maiores sucessos de venda da Lupo. Já na década de 1990 é apresentada ao mercado a linha de cuecas.

Investimento em esporte para conquistar outros público

Sempre com foco em aumentar as opções de produtos para os consumidores, nos últimos anos, a Lupo tem investido em sua linha esportiva, a Lupo Sport. Em 2009, a marca fechou seu primeiro acordo com o clube Náutico Capibaribe, fornecendo material esportivo para a equipe. Hoje, a empresa patrocina 35 clubes brasileiros, como o Guarani, o Duque de Caxias e o São Caetano.

Outra ação focada no esporte foi o lançamento de meias comemorativas para a Copa do Mundo de 2010. As peças traziam a mascote da competição e o logotipo do evento. A coleção possuía produtos tanto para profissionais, como para mulheres e crianças. A iniciativa teve como objetivo atrair novos públicos e investir no marketing de oportunidade, aproveitando a exposição que a Copa permitia.

Manter uma marca viva por tanto tempo exige a observação de alguns critérios. “O gerenciamento deve ser muito bem administrado, os produtos têm que oferecer qualidade sempre e o preço precisa ser compatível com o público alvo. A empresa também deve investir em uma boa distribuição e estratégias de marketing que criem um relacionamento emocional com a marca”, explica Ricardo Teixeira, coordenador de curso do FGV Management.

Interferência do clima nas vendas

Para promover os lançamentos e divulgar suas linhas de produtos, a empresa conta com a revista Lupo Magazine. A publicação trimestral foi criada em 2005 e é distribuída gratuitamente em todas as lojas do Brasil. Além dos lançamentos da marca para cada estação, é possível conferir dicas de moda, culinária e entrevistas com personalidades que fazem parte da história da Lupo.

Iniciativas como a revista visam manter a marca próxima do consumidor durante todo o ano. Apesar de o calendário comercial contribuir para as vendas, é no inverno que a empresa garante boa parte do seu faturamento. “Temos picos de venda nas datas comemorativas, como Dia dos Namorados e Dia dos Pais, mas durante o inverno o nosso faturamento se eleva 35% a mais do que em outros períodos”, diz o diretor comercial da Lupo.

A Lupo também investe em sustentabilidade e inclusão social, ao contratar pessoas portadoras de necessidades especiais. Já no processo fabril, os resíduos da produção são reciclados para diminuir o impacto no ambiente e toda água utilizada no resfriamento das máquinas é reutilizada. Para a Lupo, o maior trunfo, no entanto, é a confiança dos consumidores, que ajuda no processo de ampliação de portfolio.

“No passado, as empresas primavam pela qualidade do produto. Com o desenvolvimento dos mercados, as companhias passaram a trazer um mix maior e mais diferenciado de itens. Quando a confiança em determinada marca é grande, os consumidores transferem essa credibilidade para os lançamentos”, exemplifica Teixeira.


Fonte: Marketing - EXAME.com

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A MARCA ESSO VAI DESAPARECER!!


Recebi um post sobre a compra da Esso pela Shell.

"SÃO PAULO (interessante) – Uma breve exceção na nossa série de postos de gasolina, seguindo a linha de homenagear a Esso — que faz 100 anos de Brasil em 2012, mas vai desaparecer depois da fusão das operações da Cosan, atual dona da marca, com a Shell."
Por Flavio Gomes em >> http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/tag/esso/

Mais uma marca que, assim como outras que marcaram nossas vidas, desaparece (Lembram de Varig, Mappin, Mesbla....)

Mas é assim mesmo. Marcas se vão para dar lugar a novas gerações.

O mascote acima, muita gente nunca viu. Mas o mascote ao lado, até hoje é presença marcante.