sexta-feira, 2 de outubro de 2009

MENSAGEM SUBLIMINAR NA PROPAGANDA

Mensagem subliminar é toda mensagem exibida de forma implícita e com fim persuasivo. As técnicas são empregadas em propagandas, quer sejam políticas, comerciais ou institucionais, entre outros. Seu principal objetivo é estimular o indivíduo de modo a não ser percebida conscientemente por ele. Daí a palavra "subliminar" que, segundo o dicionário que a Priberam dispõe em seu site, é:

"do Lat. sub, sob + limine, limiar adj. 2 gén., inferior ao limiar; que não ultrapassa o limiar da consciência; Psic., diz-se dos estímulos de fraca intensidade que, quando repetidos, actuam no indivíduo ao nível do subconsciente, podendo interferir na sua conduta sem que ele se aperceba; subliminal."

É conveniente ressaltar que mensagens subliminares não devem ser percebidas pelo consciente. Assim, estas evitam as resistências das pessoas. É como se, secretamente, alguém dopasse um indivíduo, misturando intorpecentes à sua bebida ou comida, por exemplo. Condizente a esse parágrafo, Adorno preleciona que:"Com efeito, a mensagem oculta pode sem mais importante do que a que se vê, já que aquela escapará ao controle da consciência, não será impedida pelas resistências psicológicas aos consumos e penetrará provavelmente no cérebro dos espectadores."

Porém, por que meio se dá o processo de inserção das mensagens subliminares no cérebro dos espectadores? Isso Adorno não explanou.
Segundo as Técnicas de Inserção de Mensagem Subliminar (TIMS), as "MS's" (mensagens subliminares) podem chegar ao público através de imagens projetadas em movimento (tela de cinema, retroprojetor etc), através de transmissão de imagens por monitores (de computadores e TV), por meio de imagem estática, plana, bidimensional (fotografia, desenhos em papéis etc) e através de áudio (músicas, discursos etc.).

O "Caso Pic-Nic" é um exemplo pertinente. Mário Calazans narra que, segundo registros, a primeira utilização de uma mensagem subliminar para fins publicitários foi em 1959 durante a exibição do filme "Pic-Nic", nos EUA. O executor da experiência, o sr. Jim Viccary, (que, a propósito, era publicitário), sobrepôs na tela (usando um taquicoscópio) imagens com palavras em tom imperativo cuja ordem era "Drink Coke" ("Beba Coca"). As projeções realizadas pelo taquicoscópio sobre a tela não eram visíveis ao olho humano, já que foram lançadas intertemitemente num tempo de três milésimos de segundo. Viccary, portanto, não queria que os espectadores percebessem os letreiros e sua linguagem conativa. Melhor explicando, a intenção de Viccary era que aquela propaganda fosse absorvida inconscientemente pelas pessoas. Conta tais registros que durante o intervalo do filme as vendas do refrigerante Coca-Cola aumentaram cerca de 60%. Enfim, a experiência de Jim Viccary obtivera bom êxito. Certamente Viccary sabia que a mensagem subliminar poderia ser implantada em vários meios, sonoros ou visuais, explorando a periferia dos sentidos de seus receptores, através da qual as informações subliminares são colhidas pelo subconsciente. Jim se valeu disso.
Adentrando ainda mais no campo fisiológico, segundo Key, a visão periférica (que é a causa de vermos as coisas mesmo sem focalizarmos o olhar sobre elas) é possível graças à retina periférica, que envolve a visão fóvica, (ou mácula). A mácula corresponde a 5% da retina e é responsável pela visão focal-consciente. As mensagens ocultas entram então em forma de contrabando, já que a visão periférica humana colhe essas informações de modo involuntário, sem percepção lúcida, refletindo futuramente nos sonhos (me refiro à natureza onírica) e nos impulsos desconhecidos e desejos súbitos, como beber um refrigerante de determinada marca.
Assim como existe a visão periférica, existe também a audição periférica que absorve informações do que se ouve num pano de fundo. Como exemplo, imaginemos que um locutor leia alguma mensagem tendo como pano de fundo uma música. Se o ouvinte se concentrar em ouvir a leitura do locutor, logo a música de fundo passa a ter um caráter subliminar, já que a pessoa não a ouve conscientemente. A canção é posta assim para provocar sensações, invadindo, em forma de contrabando, o âmago do ouvinte. O mesmo princípio se aplica na visão. Na psicologia da Gestalt, visão ou audição periférica é reconhecida como "fundo".
Calazans (1999, pág. 56) conclui que:"Tudo que é percebido pelo consciente-foco-fóvea-cones-figura... é o subliminar-subconsciente-bastonete (periferia dos sentidos)-fundo!"Para Freud, que dividiu os estados da consciência em consciente, subconsciente (ou pré-consciente) e inconsciente, o subconsciente é:"O conjunto dos processos psíquicos que escapam à consciência mas que se encontram latentes num indivíduo, influenciam o seu comportamento, podem intervir como elementos num processo mental ativo e que, eventualmente, podem aflorar o domínio da consciência."
Esse é o destino da mensagem subliminar, cuja consequência de um estímulo pode, subitamente, emergir no consciente. Sabendo disso, pode-se concluir que mensagem subliminar é covardia, pois priva os receptores (sem a permissão destes) de um julgamento íntimo sobre determinado produto, político ou instituição "clandestinizados" numa mensagem. Além disso a utilização de mensagens subliminares é considerada crime no Brasil conforme artigo 36 do Código de Defesa do Consumidor.
Por outro lado, o Dr. Rodrigo Nogueira defende o uso de mensagens subliminares para fins benéficos quando explica que:"A mensagem subliminar pode ser de grande valia em muitas situações de aprendizado , terapia e de muitos outros modos de grande valia.Por isso a grande importância da mensagem subliminar bem utilizada,onde estas podem ser utilizadas , para aprendizado, terapia entre inúmeros outros objetivos salutares:Subliminares didáticos e terapêuticos para curar fobias e traumas psíquicos. Na atualidade se produzem fitas cassete com mensagens subliminares para casos de alívio de estresse, autoconfiança, parar de fumar, emagrecimento, etc. Tais cassetes já foram investigados em universidades e sempre produziram resultados favoráveis para seus usuários."
Porém as MS's são muito famosas pelo mal que fazem. Talvez pelo fato de serem mais famosos os casos negativos do que os casos em que seu uso serviu para interesses positivos. E é o mal uso dessas técnicas que deve ser perseguido, repelido e condenado pelo sistema judiciário brasileiro. Para isso deve-se formar comissões responsáveis pelo monitoramento rígido e contínuo de peças publicitárias onde, em geral, estão as mensagens ocultas e, claro, punir os seus idealizadores e cúmplices.

REFERÊNCIAS
Dr. Rodrigo Nogueira Disponível em: http://www.mensagemsubliminar.com.br/conteudo.php?id=LTUwNTUuMDU=. Acessado em: 22/08/2007.Autor desconhecido.
A Psicanálise. Mateial Didático da Disciplina de Psicologia. Linhares, Esp. Santo: Faculdade de Ciências Aplicadas "Sagrado Coração" - UNILINHARES, 2007.WOLF, Mário.
As Teorias dos Mass Media. Mateial Didático da Disciplina de Teoria da comunicação II. Linhares, Esp. Santo: Faculdade de Ciências Aplicadas "Sagrado Coração" - UNILINHARES, 2007.PRIBERAM. Disponível em: http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx. Acessado em: 22/08/2007.
CALAZANS, Flávio Mário de Alcântara. Propaganda Subliminar Multimídia 4a. ed. São Paulo, SUMMUS Editorial, 1999.

Franklin Cirino
Publicado no Recanto das Letras em 27/11/2007Código do texto: T755081

terça-feira, 4 de agosto de 2009

SALAO DE AUTOS - TOKYO

Vejam o que os japoneses andam aprontando em matéria de carros-conceito!!


Outdoor sangra para alertar sobre risco de acidente

Como sabemos, está vigorando a lei que obriga todos os comerciais de automoveis a incluir mensagens sobre segurança no transito.


Abaixo, tem um exemplo do que os publicitarios podem usar no futuro!

Um outdoor instalado em Papakua na Nova Zelândia chama a atenção (ou choca alguns) dos motoristas ao sangrar em dias chuvosos. A peça, junto com a frase “Rain changes everything. Please, drive to the conditions” foi bronze em Cannes este ano.




sábado, 25 de julho de 2009

Motel brasileiro ganha destaque internacional por suítes temáticas

Esta é mais uma prova de que criatividade chega ao bizarro para atrair clientes!!!

Empreendimento comporta quartos com trem, carro conversível e até avião (de verdade)
Por Época NEGÓCIOS Online

Um motel, localizado em São Luiz, no Maranhão, aposta na criação de espaços temáticos para atrair o público (clique aqui para ver galeria de fotos). A estratégia, já conhecida no setor hoteleiro, chama atenção por ousar, investir e se diferenciar dos concorrentes. O empreendimento, chamado “Le Baron”, inaugurou recentemente a maior suíte temática do país. Trata-se do “Aeroporto” (R$ 1.080 por 24 horas), um investimento de R$ 950 mil.

O ambiente foi construído em uma área de 2.600m², pista de pouso, torre de controle, heliporto, detector de metais e até um avião de verdade, com cabine de piloto, rádio comunicador e poltronas executivas.

Além da novidade, outros temas compõem o estilo criativo do empreendimento. Há quartos para os mais inusitados fetiches, como a suíte Pit-Stop (R$ 398), inspirada em corridas de carro. Neste ambiente, é possível elevar a cama (king Size) por um macaco hidráulico. Há também um carro conversível e um pódio no quarto.


Naturebas, workaholics, esotéricos, geeks, entre outros, não escaparam da mira do motel, que tem. 23 mil m² de área. Do simples ao elaborado, os espaços ganharam decoração e apetrechos para incrementar a estada de quem se aventura (literalmente) pelos ambientes criados.

A suíte Tarzan (R$ 410) tem um apelo àqueles que “curtem o amor livre ou ao ar livre”. A cabana, no estilo casa dá árvore, tem cipós que caem do teto. É possível trocar o banho na banheira por um num pequeno lago com cascata. No Taj Mahal (R$ 420), suíte com fachada totalmente inspirada no palácio indiano, há sete ambientes, em uma área de 260m² – com um pé-direito de cerca de 4 metros de altura. O Orient-Express (R$ 398) foi ambientado em um vagão de trem verdadeiro e decorado com peças trazidas de Londres. Na suíte arco-íris (R$ 398), a preferida do público homossexual, uma luminária com 1800 tonalidades de cores é a atração.

A decoração dos espaços é tão cuidadosa e criativa, que chamou a atenção da imprensa internacional. Recentemente (entre os dias 15 e 17), o maior canal de TV aberta da França aportou no Maranhão para fazer um tour pelas acomodações do lugar. A equipe francesa pretende mostrar à Europa, em um documentário, a diversificação dos motéis brasileiros, o que evidenciará esse setor fora do país. O local já foi destaque de outros jornais internacionais, como o Guardian e o Observer.

O Le Baron está a 12 anos no mercado. A tematização dos quartos começou dois anos após o seu lançamento e foi usada como estratégia para se sobressair da concorrência. Das 55 suítes que possui, vinte são temáticas, sendo que mais quatro projetos estão em construção – um camping, um cassino, um barco e uma boléia de caminhão.

Mais fotos no link: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,GF70481-16290,00.html#fotogaleria=1

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Profissões do futuro


Já pensou em ser glaciologista?

Heitor Kuser, presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social (IBDES), fala sobre algumas profissões que começam a despontar e destaca “a importância de se compreender um pouco de tudo”
Por Ricardo Lacerda e Marcos Graciani


Administrador de caos urbano, conselheiro de aposentadoria, analista de saúde humana, glaciologista. Incomuns hoje, estas são apenas algumas das "profissões do futuro", segundo Heitor Kuser, presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social (IBDES), que tem como missão promover o desenvolvimento das profissões. "O mais importante, na verdade, são as pessoas. Se o profissional for de fato profissional, certamente terá destaque em suas atividades", explica Kuser.

Para ele, as pessoas precisarão saber cada vez mais sobre vários assuntos. "Elas terão que ser especialistas em generalidades, entender e conhecer um pouco de tudo, e por um motivo simples: a informação, em si, está disponível, virou commodity", explica. Um dos temas que ele mais tem debatido diz respeito à sustentabilidade do planeta. "Todas as profissões em que as pessoas estiverem voltadas ao relacionamento institucional, ao compromisso com a sustentabilidade da família, da profissão e do planeta, terão seu espaço garantido", afirma.

Segundo Kuser, no futuro, os consumidores passarão a fazer exigências diferentes das que fazem hoje. Na indústria, por exemplo, a preocupação não será apenas com o produto final, mas também com a origem da matéria-prima. "Todas as áreas demandarão profissionais com essa visão e comprometimento. Não basta o engenheiro químico se preocupar com o que coloca nos produtos se o departamento de marketing da empresa encomendar uma embalagem não sustentável", diz Kuser.
Uma nova profissão que começa a despontar e está diretamente ligada à sustentabilidade é a dos glaciologistas, profissionais que estudam as calotas polares e os problemas ambientais relacionados ao aquecimento global. Entre outras funções também relacionadas a boas práticas ambientais está a do administrador de caos urbano, que trabalha com mobilidade de trânsito. Profissão que também ganha espaço é a do analista da saúde humana, cuja especialidade é ler e interpretar exames médicos para encaminhar o paciente ao profissional indicado. "Em Londres, isso já existe", comenta Kuser.

Enquanto nascem novas profissões, algumas outras - bastante tradicionais, por sinal - correm o sério risco de cair no ostracismo. Uma delas é a de relações públicas. "As empresas não sabem o que isso quer dizer. Contratando um vendedor, os empresários pensam que ele poderá fazer a função de RP, mas é claro que não terá a técnica necessária", explica. Kuser compara o definhamento do mercado de relações públicas com o de jornalismo. "Existe uma confusão entre marketing, comunicação e publicidade", critica. O especialista destaca, também, que os economistas têm carreiras que começam a entrar em declínio. "A década de 80 teve grande expressão dos economistas por causa da hiperinflação. Hoje, retomamos as profissões tecnológicas. Os economistas tiveram sobrevida na crise, mas com o enfraquecimento dela já estão saindo de cena."
Se, por um lado, existem profissões que começam a perder valor, muitas outras vão surgindo. Além das já mencionadas, Kuser aponta ainda oportunidades em mercados bastante incipientes. Entre eles, ganham destaque os de gestão de patrocínios, gestão de relações com clientes e fornecedores, conselheiro de aposentadoria, designer de games, profissionais de ensino à distância e especialista em segurança de internet.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

As melhores Industrias para se começar um negócio


Vivemos uma crise criativa e não uma crise financeira. Vivemos uma crise de pessoas sem habilidades criativas e não uma crise de pessoas inteligentes. Tá faltando cérebro para inventar, braços para executar, e coração para fazer as coisas por paixão e não apenas por dinheiro.
Não faltam oportunidades para quem estuda e quer fazer diferente.
Algumas indústrias que se mostram abertas a novas negócios são:


1. Aplicativos para iPhone. Já são mais de 50 mil aplicativos a venda na iTunes, mais de 1 bilhão de aplicativos vendidos, 40 milhões de iPhones vendidos no mundo. Se você criar algo para o iPhone, pode vender no mundo inteiro sem sair de casa. Tá esperando o quê? Software é a indústria do século. Serviço puro, sem estoque, só cérebro.
2. Saúde. O sistema de saúde no mundo é terrível. Se você ficar doente é melhor ir direto para cova para não ter que depender dos parcos hospitais que tem por ai. Sem falar da medíocre condição intelectual dos médicos. O sistema precisa de novos hospitais, novos modelos de clínicas, novos modelos de atendimento, aplicação de tecnologia e muito mais. Quem vai investir nesse negócio que tem cliente saindo pelo ladrão?
3. Software como Serviço. Estamos a caminho das nuvens. O tempo de comprar software na prateleira de uma loja está com os dias contados. Vai ser tudo pela web, download, e na melhor das condições nem baixar você vai precisar, é tudo nas nuvens. Software, mais uma vez, o grande negócio do século, entre nessa.
4. Produtos Zen. Todos que lêem esse post precisa por baixo de um psicólogo, terapeuta ou psicanalista. Tá todo mundo louco e carente. Todos precisam de ajuda. A vida está um stress só. SPAs, coachings de tudo quanto é coisa, palestrante de auto ajuda, igreja que promete um lote no céu, tá tudo e alta. Quando você vai abrir a sua lojinha zen na web?
5. Escolas, Escolas, Escolas. Faltam escolas técnicas, escolas morais, escolas éticas, escolas corporativas. Nós precisamos de novos formatos, novos professores, novas tecnologias, novas metodologias. Quando você vai abrir a sua escola?
6. Alimentação. O tempo tá curto. A mulherada não cozinha mais. A família não compartilha a mesa na hora da refeição. Tá todo mundo ficando gordo. Nós precisamos de alimentação de verdade, qualidade, inteligente. Nós precisamos de novos restaurantes, em novos modelos, rápidos, saudáveis, que nos deixam trabalhar, fazer reuniões, comer em paz. Cade o seu restaurante?
7. Verde, Verde, Verde. Construtora verde, comida verde, computador verde, segurança verde, escola verde, software verde, professor verde, livro verde, livraria verde, caneta verde, lâmpada verde, carro verde, seguro de vida verde, governo verde. Preciso falar mais alguma coisa? Verde na cabeça!
8. Consultores e Serviços Profissionais. As grandes empresas não contratam mais. Os empregos estão nas pequenas empresas. Entretanto, as pequenas empresas não tem braços para fazer marketing, vendas, tecnologia, recursos humanos, produtos etc. Quem vai ajudá-las a ter a infraestrutura necessária para serem relevantes?
9. Tecnologia. Você vende ferro ou bytes? Seja lá o que for que você faz, mete um chip no negócio. Se você faz lousa para escolas, comece a fabricar lousas eletrônicas; se você edita livros, considere seriamente a possibilidade de vende e-books. A Intel, Microsoft e o mundo Linux tem tecnologia de sobra para você embarcar nos seus produtos e serviços. Quando você vai fazê-lo?
10. Funcionários Temporários. Outsourcing, Outsourcing, Outsourcing, quem precisa de funcionário full-time na empresa? De fato, quase ninguém. A grande maioria das tarefas não precisam dos funcionários o tempo todo. As empresas precisam do SISTEMA funcionando o tempo todo. As pessoas não. Nós precisamos de funcionários talentosos temporariamente. Precisa dobrar as vendas em 48 horas? Contrate um gerente de clientes bala para entrar com os dois pés no peito de 40 clientes em 24 horas. Precisa de um web site? Contrate um grupo de pessoas capazes de entregar o site em 30 dias e depois desmantele a equipe. A manutenção pode ser feita por "um vinte e cinco avos de uma pessoa". Entendeu a matemática?
11. Energia. Internet por energia elétrica, carro movido a álcool, avião movido a energia solar, trem movido a água, computador movido a vento. A natureza é poderosa. O mundo precisa de novos maneiras de ligar os produtos que tanto amamos.


Vivemos uma recessão. Recessão de gente criativa, corajosa, disposta a mobilizar diferentes entidades para reinventar a sociedade que vive. Vamos que vamos, passar por um vale até que poucos e brilhantes seres humanos reinventem as indústrias que tocam o planeta.


Você vai ser um deles?


Fonte: Bizrevolution (http://www.bizrevolution.com.br/)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Programa captura opiniões pessoais expressas em textos

Programa captura opiniões pessoais expressas em textos
A empresa japonesa NEC anunciou o desenvolvimento de um programa de computador capaz de extrair opiniões expressas em textos escritos, capturando os pontos de vista subjetivos de um escritor a respeito de um determinado assunto.Tecnicamente chamado de método de cálculo da distribuição das características de sentenças, o programa extrai as sentenças que expressam opiniões, diferenciando-as das frases que simplesmente descrevem determinado tópico.Indicador de reputação empresarialSegundo a empresa, a tecnologia foi desenvolvida para extrair opiniões e avaliações individuais sobre produtos ou marcas expressas em blogs, questionários e vários outros tipos de conteúdo escrito.O programa produz resultados que podem ser entendidos como uma espécie de "indicador de reputação" de determinada empresa ou produto, tudo extraído de forma automática e contínua.Analisador de subjetividadePara distinguir entre frases que falam sobre determinado assunto e frases que expressam opiniões, o programa analisa a continuidade dos tópicos e calcula a subjetividade ou "topicalidade" das várias sentenças que aparecem antes ou depois de cada sentença analisada.Analisando informações disponíveis pela Internet, como blogs, sites de notícias, respostas a questionários ou registros feito por atendentes de um call-center, o programa determina as opiniões individuais, calcula índices de avaliação e determina o índice de aprovação versus desaprovação de um determinado evento, produto ou serviço.Novos serviçosOs programas desse tipo atualmente disponíveis extraem informações sobre a reputação empresarial ou de produtos analisando a proximidade entre o nome do produto ou marca e termos como "bom", "ruim", "caro", "barato" etc.Contudo, esses programas não conseguem extrair informações de frases muito curtas, principalmente quando o sujeito da sentença não é explícito, ou de frases muito longas, onde a opinião está mesclada com descrições diretas.A empresa planeja usar a tecnologia de captura de reputação em novos serviços de busca, serviços de análises para marketing e para uso em sistemas de relacionamento com clientes (CRM).

sábado, 9 de maio de 2009

Vejam a "cara" do novo UNO



Pessoal, ai tem uma foto do provável sucessor do Fiat UNO. (Se a Fiat não mudar Rss.) enviado pelo aluno RAFAEL FARIA VILLELA .


Rumores dão conta de que a Fiat resolveu antecipar o projeto 327, ou melhor, a nova geração do Uno. Com previsão inicial de lançamento para 2010, a estratégia agora é a de lançar o novo Uno ainda este ano, possivelmente no mês de novembro.
A informação foi publicada na matéria da Revista Exame sobre a volta da Volkswagen à liderança no mês de fevereiro. Na matéria, a revista diz que a Fiat já planeja antecipar o lançamento do novo Uno em alguns meses (antes previsto para 2010) tendo como principal objetivo conter o avança da Volkswagen.
O novo Uno deve ter elementos visuais que remetem ao Fiat 500. A primeira imagem é uma projeção da Revista Carro baseada em um flagra ocorrido na Polônia.


terça-feira, 28 de abril de 2009

ESTE VALE UM CLICK - O mundo de cima.

Pessoal,


Este endereço é de um fantástico blog com fotos aéreas magníficas de vários lugares do mundo. Simplesmente show. Em inglês

http://news.jasonhawkes.com/

domingo, 12 de abril de 2009

CANSADO DE RECEBER LIGAÇÕES DE TELEMARKETING?

Esta noticia interessa muita gente:

Mais de 60 mil pessoas no estado de São Paulo já solicitaram o bloqueio de seus números de telefone. Esse é um serviço oferecido pelo Procon-SP, fantástico não?
Andei lendo que as empresas querem acabar com isso mas creio que não vão conseguir. Enquanto isso caso você não queira mais receber esse tipo de ligação é só cadastrar seu telefone pela internet no endereço:

http://www.procon.sp.gov.br/BloqueioTelef/?modulo=consumidor&pagina=home

Você pode cadastrar quantos telefones quiser, inclusive celulares e o cadastro é gratuito, o bloqueio do telemarketing é feito em até 30 dias, caso aconteça de ligarem para você após 30 dias procure o Procon, anote o nome da empresa, o atendente e o horário da ligação.
Para solicitar o bloqueio deve ser informado CIC, RG e endereço do titular da conta.
Esse é um direito de todos os consumidores previsto na Lei Estadual 13.226/08, regulamentada pelo Decreto 53.921/08

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Empresa cria sunga que aumenta volume do penis

Quando comentamos em aula que TUDO neste mundo é vendável, alguns casos chegam ao extremo, como no caso desta empresa americana que criou uma sunga que mantém o volume do penis do cidadão, mesmo quando este mergulha no mar ou na piscina.

O "truque" pode ser visto no YouTube :http://www.youtube.com/watch?v=IljiRUKXpTw

Em seu site (mrbusyballs.com), a companhia justifica que a anatomia do corpo de um homem fica pouco atrativa quando ele sai da piscina ou do mar, pois a água fria é "extremamente" punitiva com a genitália masculina. Com a sunga "Rooster Booster", a empresa diz que o homem pode criar uma ilusão em relação ao tamanho de seu pênis. A pessoa que utiliza a peça revolucionária pode, inclusive, adequá-la ao tamanho que achar mais adequado. Ao sair da água, a companhia ressalta que não é necessário fazer nenhum ajuste. Além disso, a sunga "Rooster Booster" cria uma ilusão discreta, da mesma forma que os enchimentos que são utilizados pelas mulheres para aumentar o tamanho dos seios.

Alguém tem mais alguma idéia genial???

sexta-feira, 20 de março de 2009

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

SERVIÇOS FUNERÁRIOS INOVADORES


Uma empresa italiana resolveu inovar na estratégia de marketing de seu calendário para 2008: colocou seus produtos ao lado de belas mulheres seminuas. Até aí, tudo bem. O detalhe é que a companhia é, na verdade, uma funerária, e seus produtos são caixões.
O calendário mostra a cada mês uma mulher ao redor de um modelo diferente de caixão, que pode ser encomendado na loja da Cofanifunebri, em Roma.
O dono da empresa, Maurizio Matteucci, defendeu seu calendário – que custa 7 libras, cerca de R$ 25,4 – dizendo ao site Ananova que “é uma boa jogada de marketing”. “Caixão é uma mercadoria como quaisquer outras, portanto eu as vendo assim. E os calendários são populares.”

sábado, 3 de janeiro de 2009

O ousado plano da ASSOLAN




Conheça o plano da Assolan Industrial para se transformar na Hypermarcas, uma gigante nacional de bens de consumo que já nasce com faturamento de R$ 750 milhões



Eram nove horas da manhã da quinta-feira 8 quando Nelson Mello, presidente da Assolan Industrial, recebeu uma chamada de seu contador no celular. Do outro lado da linha, o homem, eufórico, anunciava: “Nasceu, Nelson! Acabei de receber da Receita Federal o cartão com o CNPJ da nova companhia.” Naquele momento, veio ao mundo a Hypermarcas, que, a partir desta semana, ocupa o lugar da Assolan Industrial no mercado brasileiro. O nome Assolan continua a existir, mas apenas como marca de lã de aço e não mais como corporação. Mello, por sua vez, torna-se o diretor-presidente da Hypermarcas, que terá sob seu guarda-chuva 11 filhotes, entre os quais a própria Assolan, a Etti e as recém-adquiridas Finn (adoçantes) e Mat Inset (inseticidas). Na mesma quinta-feira, seis horas depois de o contador ligar para Nelson Mello, funcionários já providenciavam a troca de placas na sede da companhia em São Paulo. No próximo dia 28, os operários das quatro fábricas da empresa – que até a semana passada nem sonhavam com a mudança de nome – estarão vestindo bonés e uniformes com o logotipo azul da Hypermarcas. A mudança não é apenas estética. Faz parte de um plano traçado há seis anos, que incluiu aquisições e investimentos superiores a US$ 100 milhões. “A Hypermarcas já surge como uma gigante brasileira de bens de consumo. Apenas a americana Procter & Gamble tem a estrutura que montamos”, diz Mello.
Os superlativos não param por aí: com nove lançamentos previstos para este semestre e duas grandes compras fechadas há menos de sete dias, a Hypermarcas promete faturar R$ 750 milhões somente este ano (contra R$ 502 milhões de 2006, como Assolan), R$ 900 milhões em 2008 e chegar aos R$ 2 bilhões – ou US$ 1 bilhão – até 2010. “Queremos ser reconhecidos pelo varejo e pelo consumidor como a melhor opção de marcas e produtos no segmento de bens de consumo”, disse à DINHEIRO João Alves de Queiroz Filho, o Júnior, ex-dono da Arisco e atual presidente do conselho da holding Monte Cristalina, controladora da Hypermarcas. Triplicar o faturamento em tão pouco tempo pode parecer ambicioso para uma corporação que há quatro anos tinha apenas uma marca de lã de aço em seu portfólio. Mas convém não duvidar das ambições de Júnior. Em 2002, quando sua Monte Cristalina comprou a Assolan, a marca não faturava mais do que R$ 30 milhões. Hoje, sozinha, responde por 43% das vendas da empresa, algo como R$ 215 milhões.
Mello, presidente“Apenas a Procter&Gamble tem a mesma estrutura que montamos”.
A discreta aquisição já fazia parte de um plano de crescimento milimétricamente traçado por Júnior e por seu braço direito, Nelson Mello, economista de formação, detalhista e cuidadoso por natureza. Tudo começou com a venda da Arisco para a Bestfoods, em 2000. Meses depois da transação, a empresa inglesa fora englobada pela Unilever. No acordo de venda, ficou acertado que Júnior obedeceria por cinco anos a um termo chamado de “No Compete”. Ou seja: não poderia atuar nos ramos em que a compradora operava por meia década. “A Assolan era, na verdade, uma empresa que a Arisco havia comprado em 1996. Depois da venda, a divisão de lã de aço foi parar na Unilever. Mas a multinacional não se interessava pelo negócio e quis vendê-lo. Foi aí que o Júnior readquiriu a Assolan”, explica Mello. Com a Assolan nas mãos, Júnior iniciou uma estratégia agressiva de marketing e também de aquisições. Comprou oito empresas regionais de lã de aço, para aumentar a produção. Em seguida, negociou a Fisbra, que fabricava panos tipo perfex. Nos anos seguintes, outras quatro empresas foram devoradas pela Assolan Industrial, que passou a produzir detergentes, sabão em pó e vários outros produtos de limpeza. Dentre todas essas compras, a maior tacada foi a Etti, vendida pela Parmalat, há quase um ano. Com essa última, a Assolan, já livre do embargo da Unilever, estreou no ramo de alimentos (molhos de tomate e vegetais enlatados). A essa altura, a empresa de Júnior havia se tornado uma gigante nacional de R$ 502 milhões em vendas – 17 vezes mais que em 2002.
Foram 15 aquisições em seis anos
Na semana passada, a companhia arrematou outros dois negócios – a linha Finn, número 1 em adoçantes em pó, do laboratório alemão Boehringer Ingelheim, e a gaúcha Mat Inset, líder regional em inseticidas. “As duas conquistas completaram um ciclo de investimentos do grupo. Ao todo, compramos 15 empresas ao longo desses anos para criar a plataforma de negócios que é a Hypermarcas”, diz Mello. Debaixo desse guarda-chuva que é a Hypermarcas, explica ele, estão cinco unidades de negócio: Alimentos, que inclui marcas como Etti, Salsaretti e PuroPurê; Higiene e Limpeza, com a linha Assolan, os sabões Assim e os detergentes Sim; Higiene Pessoal, com os xampus Éh! (em parceria com a empresária Cristiana Arcangeli); Produtos de Saúde, com a recém-chegada Finn; e a unidade de Produtos Químicos, com a gaúcha Mat Inset.
Distribuição: os produtos da empresa são revendidos por mais de 275 mil varejistas do maior grupo têxtil começou com a CSN e pode atingir o auge com a compra da Corus.
“Nossa estratégia é comprar o que o Júnior gosta de chamar de ‘marcas adormecidas’: empresas com bons nomes, bons produtos, mas com baixa performance de mercado ou boa atuação apenas em nichos”, diz Mello. “Com a Hipermarcas, e toda sua estrutura comercial, de marketing, logística e gestão altamente profissionalizada, vamos transformar essas marcas adormecidas em nomes de sucesso”, endossa Júnior. Era isso que ele tinha em mente quando fechou a compra da Etti. A marca paulista, que nos bons tempos já foi dona de um terço do segmento de vegetais e molho de tomates, estava em baixa, perdendo mercado a cada ano. Hoje, está com 16% nos vegetais e 28% de participação em molhos e extratos de tomate. O mesmo princípio vale para a Finn, que, segundo Mello, tem potencial para ser muito mais do que a número 1 em adoçantes em pó. “A idéia é ampliar essa linha, com produtos inovadores”, diz Mello. A unidade denominada produtos de saúde, na qual a Finn está inserida, será o foco de boa parte dos esforços da equipe de Mello neste ano. A idéia é ter um mix de produtos voltados ao bem-estar, à indústria diet e light. Mello não revela seus planos, mas não será surpresa no mercado se a Hypermarcas aparecer com barras de cereal, por exemplo, ou até mesmo isotônicos. “Estamos estudando vários segmentos. Não há nada fechado”, diz o executivo. “Uma coisa é certa: não entraremos em commodities. Nosso interesse é por bens de consumo com valor agregado.”
Ele revela que, por meio de futuras aquisições – e também do desenvolvimento de novos produtos –, as unidades de negócios da Hypermarcas podem se multiplicar além das cinco atuais. Dinheiro a empresa diz que tem. Só para os próximos 24 meses, há R$ 100 milhões em caixa para investimentos em publicidade, lançamentos – são nove previstos até julho – e expansão da corporação. Segundo ele, as fábricas estão prontas para absorver a demanda do mercado. “Aplicamos R$ 10 milhões na planta da Etti, em Araçatuba (SP), e outros R$ 6 milhões em nossa unidade em Itajaí (SC), que faz produtos de limpeza. Vamos continuar nesse ritmo.” Na parte de distribuição, a Hypermarcas não deverá fazer grandes aportes. A estrutura montada por Júnior e Mello, que mistura operação própria e parceria com atacadistas, já garante o abastecimento dos produtos da empresa em 278 mil pontos-de-venda. “Reinvestimos 100% do nosso lucro na própria empresa e, quando se faz necessário, também captamos no mercado. A ordem, agora, é crescer”, explica o diretor-presidente. Ele não descarta a possibilidade de abrir o capital da Hypermarcas, mas diz que ainda não há data prevista para isso. Uma coisa é certa: se o futuro da empresa for realmente brilhante como Júnior e Mello traçaram, não faltarão investidores.
Materia extraida da Revista ISTOE Dinheiro, Edição 150